01 Sep

Americanos criam robô-lagartixa

Os pesquisadores conseguiram recriar em robôs a técnica usada pelas lagartixas para escalada de paredes

Foto: Divulgação

Paul Day and Alan Asbeck, da equipe de Stanford que criou o robô, acompanham a subida do Sticky-bot por uma parede de vidro

Imagine subir pelas paredes com a leveza e destreza do Homem-Aranha. A idéia não está tão longe da realidade segundo pesquisadores americanos liderados por Mark Cutkosky, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Eles desenvolveram o Sticky Bot, um robô capaz de subir paredes lisas.

Os engenheiros da universidade reproduziram, roboticamente, a biologia que permite às lagartixas fazer o mesmo. O segredo está literalmente em emular o intricado desenho dos pés da lagartixa. “A menos que você use ventosas, que são do tipo lento e ineficiente, a solução [para escalar paredes] é utilizar de adesão seca, que é a técnica da usada pela lagartixa”, afirma Mark.

A adesão seca é basicamente colar os pés na parede se utilizando das forças de atração na escala atômica chamadas de força de Van Der Waals — nome que homenageia o físico holandês Johannes Diederik van der Waals. As lagartixas fazem isso utilizando fios microscópicos, cerca de 100 vezes menor do que um fio de cabelo nas pontas dos pés, que grudam nas moléculas do material da parede usando a tal força – uma descoberta confirmada apenas em 2002 por cientistas americanos.

A solução encontrada pelos pesquisadores para emular os pés da lagartixa foi usar um material de borracha com fios de polímero feitos em micro-escala, um trabalho descrito na revista Aplied Physical Letters. O material é forte e reutilizável e não deixa resíduos nem danifica a superfície por onde caminha.

Outra vantagem da adesão seca é a possibilidade de carregar pesos grandes. “É muito diferente de durex ou fita adesiva, nos quais, se você pressiona, tem que puxá-lo para soltar. Você pode colocar levemente um adesivo direcional contra uma superfície e ele gruda. Mas se você puxá-lo em uma direção diferente, ele sai sem qualquer esforço”, explica Mark. As outras técnicas para subir por paredes lisas, segundo o pesquisador, são como “andar com um chiclete nos pés”.

Robôs que escalam paredes verticais podem ser úteis para chegar locais perigoso ou de difícil acesso. A equipe já está desenvolvendo um sucessor para o Stickybot, capaz de girar os tornozelos, como uma lagartixa real.

Agora o projeto mais ambicioso é o Z-Man que possibilitará a humanos usar o material para escalar paredes no melhor estilo do Homem Aranha. A tecnologia ainda não tem data para estrear, mas pelo que os pesquisadores já conseguiram com o Stickybot, é apenas uma questão de tempo.

27 Aug

HQ Brasil - Devir anuncia novo álbum de Star Trek

A Devir Livraria anunciou o lançamento de Star Trek: Raças Alienígenas (Star Trek: Alien Spotlight), o quarto álbum da franquia lançado pela editora. A obra, lançada originalmente nos Estados Unidos pela IDW Publishing, traz roteiros de Scott & David Tipton, James Patrick, Paul D. Storrie, Andrew Steven Harris e John Byrne. A arte ficou a cargo de David Messina, Sara Pichelli, Jose Marie Beroy, Leonard O´Grady, Elena Casagrande, Sean Murphy e novamente John Byrne.

A diversidade racial no vasto universo de Star Trek sempre foi um grande atrativo que conquistou fãs no mundo todo. A palavra “alienígena” nunca pareceu tão comum quanto nos seriados de TV, nos filmes para o cinema e, é claro, nas histórias em quadrinhos. Gorns, Vulcanos, Andorianos, Órions, Borgs e Romulanos. Um pouco da tradição e das peculiaridades que tornam cada uma dessa raças única é contado nos seis capítulos deste volume.

Escritas e ilustradas por grandes nomes dos quadrinhos, as histórias ainda trazem as participações especiais de personagens mais do que familiares, como os capitães Pike, Kirk e Picard, além de Spock, Chekov e outros.

Star Trek: Raças Alienígenas tem 152 páginas em cores e formato 16,5 x 24 cm. O preço não foi divulgado. Fique ligado na seção Nas Comic Shops do HQ Maniacs.

Criada em 1966, a série Jornada nas Estrelas (Star Trek) conta a história da nave Enterprise e de seus tripulantes, que exploram o espaço sideral. São liderados pelo Capitão James T. Kirk, pelo oficial de ciências alienígena Spock e pelo médico de bordo Leonard McCoy. Jornada nas Estrelas se tornou uma das séries de ficção científica mais reverenciadas no mundo, tendo gerado quatro spin-offs, um série animada, inúmeros livros e quadrinhos, além de uma série de onze filmes, sendo o último uma renovação de toda a franquia.

Gorns: Depois de caírem em um planeta inexplorado, o capitão Terrell e o comandante Chekov acabam descobrindo que suas chances de sobrevivência não são nada boas, já que se encontram cercados por um exército de guerreiros Gorn! A história se passa 15 anos antes dos eventos exibidos no clássico episódio Arena da Série Clássica.

Vulcanos: Aqui temos uma história que acontece imediatamente após Spock ingressar na tripulação da USS Enterprise pela primeira vez, sob o comando do capitão Christopher Pike! Eles chegam a um planeta outrora pacífico, mas agora a beira da destruição causada por sua guerra e selvageria.

Andorianos: Ortees Shared, um comandante Andoriano e membro do setor de Inteligência da Frota Estelar retorna para seu planeta natal e acaba vendo suas ferias se transformarem em um episódio de intriga e traição, acabando capturado por um comandante renegado dos Verdadeiros Herdeiros de Andor – uma facção vista como fora-da-lei pela Federação mas como lar de muitos heróis por vários Andorianos. A história se passa pouco depois do último episódio de A Nova Geração, “All Good Things..”

Oranianos: Mais uma aventura com Christopher Pike! O primeiro capitão da Enterprise (Ou o segundo, se você for muito nerd e considerar o capitão Robert April que aparece na Série Animada) se vê encrencado ao envolver-se com uma bela escrava Oraniana. Como todo mundo que encontra uma dessas beldades de pele verde, ele acaba tendo que enfrentar alguma intriga criminal intergaláctica e, você sabe. Seus próprios impulsos. : p

Borgs: Nessa história estrelada por Picard, La Forge e o restante da tripulação da Nova Geração, a Enterprise precisa enfrentar novamente os Borg – mas agora eles estão diferentes, acreditando terem finalmente alcançado a perfeição. A trama se passa depois do filme Insurreição.

Romulanos: O volume fecha com uma história escrita e desenhada por John Byrne! E trazendo um pedaço importante da história de Jornada, ainda por cima: Ambientada pouco antes do episódio “Balance of Terror” da série clássica, mostra os eventos que levaram a ele da perspectiva dos Romulanos, que acabaram de desenvolver sua tecnologia de camuflagem, criando uma “nave fantasma” que não pode ser detectada pelos meios normais. O que será que o império pretende? Guiar seu povo rumo à uma guerra total com a federação ou algo ainda mais sinistro?

A Devir iniciou suas atividades em 1987. A princípio, era apenas uma importadora e distribuidora de revistas, livros e material de RPG, posteriormente transformando-se em editora. Além de quadrinhos de autores brasileiros como Laerte, Angeli, Adão Iturrusgarai e Lourenço Mutarelli, entre outros, a Devir publica títulos estrangeiros como Sin City, AsTartarugas Ninja, 300 de Esparta e Lost Girls.

25 Aug

Vote no tema de Jornada para a NASA

A NASA está fazendo uma pesquisa online para saber quais serão as canções que despertarão os astronautas dos ônibus espaciais. Entre elas está incluída a trilha original de Jornada. No momento, a música de Alexander Courage ocupa o primeiro lugar. Qualquer um pode participar.
NASA costuma acordar os seus astronautas no espaço com música. Isso começou a partir do programa Gemini, nos anos 60, e que está sendo usado, até aos dias de hoje, pelo programa Shuttle. Cada controle da missão em Houston, de manhã, acorda a tripulação com uma canção, que costuma ser escolhida por amigos e familiares da tripulação. O programa Shuttle está chegando ao fim e a NASA está visando o envolvimento do público com algumas das canções para o seu programa.

Para a penúltima missão STS-133 - Discovery (agendada para 01 de novembro de 2010) a NASA abriu votação para o público escolher entre uma lista de 40 músicas, as que irão acordar a tripulação. As duas melhores votadas serão enviadas para o espaço, e atualmente o tema The Star Trek está em primeiro lugar. A votação se encerrará um pouco antes do lançamento. Aqui estão os atuais top 10:

Star Trek Theme Song (por Alexander Courage) 30.856 votos – 29,1%
Countdown (por Rush) 22.184 votos – 20,9%
Blue Sky (por Big Head Todd) 7.422 votos – 13,6%
Beautiful Day (por U2) 5.064 votos – 9,3%
Rendezvous (por Bruce Springsteen) 2.161 votos – 4,0%
What a Wonderful World (por Louis Armstrong) 1.886 votos – 3,5%
Window on the World (por Jimmy Buffett) 1.832 votos – 3,4%
Enter Sandman (por Metallica) 1.627 votos – 3,0%
Here Comes the Sun (por Beatles) 1.281 votos – 2,3%
Imagine (por John Lennon) 1.125 votos – 2,1%

Para votar basta clicar no link da NASA.

O programa do ônibus espacial começou com os fãs pedindo a NASA para dar o nome a primeira nave “Enterprise”, que teve a presença de quase todo o elenco da série original durante sua apresentação à imprensa em 1976.

Em seis vezes a música de Jornada foi usada em chamadas para despertar, durante as missões Space Shuttle. Em duas ocasiões, as chamadas de despertar também incluiram mensagens gravadas dos capitães Kirk (William Shatner) e Picard (Patrick Stewart). Aqui está uma lista completa das chamadas de despertar que usaram os temas de Jornada, e arquivos pela NASA.

STS 29 – 16/03/1989
Star Trek tema original + William Shatner
A tripulação do Discovery foi acordada pelo Controle da Missão com o tema de “Star Trek”, seguido de comentários de felicitações de William Shatner. Ao terminar o comandate da missão respondeu de improviso: “Discovery, Houston - Leve-me para cima, Scotty”.

STS 44 25/11/1991
Tema de A Nova Geração + Patrick Stewart
Despertaram a tripulação com a música e uma mensagem em áudio: “… Espaço - A fronteira Final. Esta é a viagem do ônibus espacial Atlantis - na missão de dez dias: para explorar novos métodos de sensoriamento remoto e observação do planeta Terra – Para procurar novos dados sobre radiação no espaço, e uma nova compreensão dos efeitos da microgravidade no corpo humano – Para audaciosamente ir onde 255 homens e mulheres não estiveram antes. Olá – Fred, Tom, Story, Jim, Tom, e, especialmente, Mario – Este é Patrick Stewart, escolhendo não ser superior a você como o capitão Jean-Luc Picard, dizendo que estamos confiantes na missão. Sejam produtivos e bem sucedidos”. O astronauta Mario Runco é um grande fã de Jornada.

STS-72 15/01/1996
Tema de A Nova Geração de Jerry Goldsmith ( A NASA cita erroneamente como de autoria de James Horner).

STS-111 16/06/2002
“Where My Heart Will Take Me”, música tema da série Star Trek: Enterprise, interpretada por Russell Watson.

STS-114 02/08/2005
“Where My Heart Will Take Me”, canção tema de Star Trek: Enterprise.
Esta canção foi selecionada para a equipe como uma dedicação surpresa do Vice-Diretor do programa, Wayne Hale.

STS-125 20/05/2009
Tema da série original, composta por Alexander Courage.
A música foi tocada para a tripulação inteira.
Você pode ouvir as músicas acessando o artigo do Trek Movie.

21 Aug

Tricorder App TR-580

Aplicativos móveis que imitam a interface LCARS dos tricorders de Jornada nas Estrelas existem desde os primeiros Palm Pilots dos anos 90, mas a recente safra de smartphones touchscreen melhoram em muito as possibilidades destes brinquedinhos.

Como o Tricorder TR-580 para iPhone ou iPod touch disponível na iTunes App Store — além de acender luzinhas e apitar os clássicos ruídos computacionais da franquia, ele ainda tem algumas funcionalidades reais embutidas, como acessar verbetes de Jornada na Wikipedia e algum uso do Google Maps que localiza outros usuários do aplicativo. Não se trata de um aplicativo licenciado oficial, mas seja como for, por 99 centavos de dólar pode ser seu para assim adicionar um divertido realismo a velha piada geek de “Não há formas de vida inteligentes nesta sala”.

20 Aug

Discussão cultural, política e Star Trek

Para fãs de ficção científica, incluindo eu, Star Trek, ou Jornada nas Estrelas, é muito mais do que uma simples série de TV que aborda um futuro fantástico. A primeira virtude de Jornada está na representação de um futuro onde a humanidade se apresenta como um único povo, unidos e sem quaisquer traços residuais de racismo ou preconceito ou mesmo divisões político-ideológicas. Não por acaso a primeira tripulação da nave Enterprise tinha dentre seus componentes um japonês, um russo, um alienígena e uma mulher, que embora fossem papéis menores e subalternos, eram fatos incríveis para a época.

No caso do Tenente Hikaru Sulo, cujo ator George Takei, era descendente de japoneses, a estranheza ainda decorria dos rescaldos da 2ª Guerra Mundial. Apesar do tempo decorrido os americanos não haviam esquecido Pearl Habor e um piloto japonês ainda remetia aos famigerados kamikazes e seu rasantes suicidas. Sua história inclusive está muito ligada a esses fatos, pois sua família, esteve entre os muitos imigrantes japoneses detidos no campo de concentração de Tule Lake War Relocation.

O Alferes Pavel Chekov, interpretado pelo jovem Walter Koening, era o improvável navegador de carregado sotaque russo. Embora não destilasse qualquer propaganda comunista na série, sua mera presença já causava assombro. Os russos eram o grande inimigo dos EUA e do “mundo livre” e em cada oportunidade Chekov disparava um elogio ou atribuía alguma invenção importante aos russos. Eram tempos perigosos em  que ser acusado de simpatizante dos comunistas era algo muito sério.

Já para o ator Leonard Nimoy, seu personagem era alvo de outro tipo de preconceito. O comandante Spock, era um estranho alienígena de orelhas pontudas que vinha de um planeta estranho chamado vulcano, que muitos associaram ao inferno, fazendo de Spock obviamente um (o) demônio. Sua ausência quase total de emoções acentuava ainda mais as desconfianças daqueles que enxergavam em Star Trek um programa com influências perniciosas e que deveria ser alvo de severa censura, senão cancelado.

A Tenente Uhura,interpretada por Nichelle Nichols, talvez seja o caso mais emblemáticos. Além de mulher, que nos padrões vigentes da época (a série estreou em 1966) ainda estava destinada a ser tão somente a mãe, esposa e dona de casa, era negra, um verdadeiro acinte. Uhura escandalizou muitas socialites americanas ao se apresentar com um figurino mínimo exibindo longas e torneadas pernas na ponte de comando da Enterprise e protagonizando o primeiro beijo interracial da TV americana com William Shatner, vulgo Capitão Kirk, no epsódio Plato”s Stepchildren (1968), quando os EUA ainda viviam intensos conflitos raciais cujo ápice foi o assassinato de Martin Luther King naquele mesmo ano.

Será que Gene Roddenberry ao criar este conjunto tão heterogêneo poderia imaginar o alcance que suas idéias teriam? Mais do que ficção científica o futuro desenhado por ele traz elementos que ultrapassam a fantasia e beiram o impossível. Um mundo sem preconceitos e linhas em mapas, onde igualdade etnica, sexual e cultural não é apenas uma idéia abstrata mas o dia-a-dia do ser humano. Somos capazes disso? Ou as outras visões de um futuro apocalípitico e  degradante como Blade Runner ou ainda Planeta dos Macacos se mostrarão mais factíveis a longo prazo?

Ao olharmos para trás a História demonstra que ao passo que o homem evolui tecnológicamente, pouco ou nada se avançou em questões éticas e morais. Ainda somos movidos pelas mesma paixões de nossos antepassados. A ânsia de poder e riqueza que ergueu e derrubou impérios, a vaidade de homens que lideravam as massas em diferentes momentos e lugares, o ódio irrascível inflamado pelas religiões, o medo do desconhecido que enseja a necessidade de nos protegermos a ponto de acreditarmos que o massacre é apenas uma defesa. Ainda hoje vemos esses fantasmas assolarem a humanidade e por mais que sonhemos com um futuro onde esses fatos estejam restritos aos registros históricos, eles ainda são uma mera utopia.

Escrito pela jornalista Jéssica Esteves

Extraído do portal Jornada nas Estrelas

01 Aug

15º Convenção Trekker

31 de julho de 2010, será mais uma data que permanecerá nos anais da história da Federação dos Planetas Unidos. A 15º Convenção Trekker, evento ocorrido no Memorial de Curitiba pertencente a Fundação Cultural de Curitiba, foi um verdadeiro sucesso. Durante toda a convenção o público presente permaneceu em todas as atrações chegando o auditório principal a ficar totalmente lotado. Muitas pessoas chegaram a sentar nas escadarias do teatro ou a ficar de pé. A presença dos Trekker curitibanos foi uma atração a parte, não esquecendo da participação especial do integrantes da FFESP (Federação da Frota Estrelar de São Paulo).

Em nome dos membros da Federação dos Planetas Unidos, agradeço a presença de todos os participantes, aos Fãs-clubes convidados (Conselho Jedi PR, ArquivoX e Conselho SteamPunk PR), o grupo de dança Damballah que fez uma apresentação memorável e a nossos patrocinadores. Esse foi mais um evento que apesar de alguns contratempos inesperados só podemos parabenizar todos os colaboradores, verdadeiros organizadores pois, conseguimos realizar todas as tarefas com sucesso. Claro que não se pode agradar todo mundo, mas falando mal ou falando bem, o importante é que falem de nós.

A repercussão já começa a aparecer em alguns sites, blogs , twitter, comunidades do orkut  espalhados pela internet e por e-mails. Em algumas páginas de relacionamentos surgiram críticas construtivas ou não de diversas formas de alguns participantes do evento. Naturalmente preferimos as construtivas.  Elogios é o que não faltaram e são maioria, destacando-se a Fundação Cultural de Curitiba, que já nos convidou para futuras realizações dessa magnitude e também muitos elogios de  outros fãs clubes de Jornada nas Estrelas pelo Brasil que ficaram impressionados com as imagens do evento. Recebemos cadastros de muitas pessoas que se filiaram à Federação, enfim, foi como esperávamos,  sucesso absoluto.

A  boa repercussão do evento fala por si o que também pode ser evidenciado nas imagens, que inserimos abaixo com alguns exemplos, resumindo o que ocorreu e alguns vídeos do evento e com apresentações do Grupo de dança Damballah que foi especialmente convidado para o evento.

Vídeos do Grupo de Dança Damballah

Para ver mais do trabalho do Grupo de Dança Damballah, acesse seu perfil no YouTube: http://www.youtube.com/user/betyblue

Lucas Laynes

Federação dos Planetas Unidos

09 Jun

15º Convenção Trekker - III Mega Convenção

Programação

14:00 – Abertura da Exposição

15:00 – Abertura do Evento - Vídeo FPU

15:05 – Exibição - Fan-Filme:

Série: Star Trek New Voyages

Episódio: In Harms Way (Legendado)

Sinopse: Da série de fanfilmes “New Voyages”: Um estraordinário paradoxo temporal. Kirk com um primeiro oficial klingon, no comando da nave em que serviu anos atrás, a USS Farragut, viajando para frente e para trás no tempo para evitar uma guerra que nunca deveria ter ocorrido e que devastou milhares de planetas, incluindo Vulcano e sua raça. Tudo isto com impressionantes efeitos especiais, dignos de uma grande produção.

16:00 – Palestra - “Data Estelar”

Palestrante: Dr. Bertoldo Schneider Jr

16:30 - Exibição - Episódio “BOUND” Série Enterprise (Legendado)

Sinopse: Um capitão Orion presenteia Archer com três mulheres escravas Orianas como prova de suas boas intenções de iniciar relações amistosas com os humanos, mas os poderosos feromônimos delas rapidamente dominam os homens da Enterprise. Misteriosamente, apenas Trip consegue resistir aos encantos das três e pode evitar que elas entreguem a Enterprise ao Sindicato Orion.

17:30 – Intervalo

18:00 – Palestra - “Dobra Espacial”

Palestrante: Ms. Elton Dias Jr

18:30 – Quiz – Star Trek

19:00 – Concurso de COSPLAY

19:30 – Debate – Tecnologias previstas na série chegam ao século 21

Carlos Alberto Machado, Lucas Laynes e Pablo de Assis

20:00 – Vídeo de Encerramento -  FPU
Sorteio de Dvd,s

** Apresentação do Grupo de Dança Damballah com as Escravas de Órion durante a programação**

**Programação sujeita a alteração durante o evento.

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Exposições

Federação dos Planetas Unidos - Star Trek

Conselho Jedi Paraná - Star Wars

SteamPunk

Arquivo X
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RPG - Ficção Científica

Grupo StormSwordplay
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Endereço:
Memorial de Curitiba
Rua: Dr. Claudino dos Santos - s/nº
Largo da Ordem - ao lado do Bar do Alemão
Entrada Gratuita
Para mais informações, entre em contato pelo e-mail:
contato@federação.org


Apoio:


04 Jun

A influência de Deep Space Nine sobre Ron Moore

O produtor Ronald Moore escreveu sessenta episódios, durante o seu mandato na franquia, dos quais metade foram para Deep Space Nine. Após sua saída da série, Moore passou a criar o reboot sombrio de Battlestar Galactica, que ele agora diz que nasceu na sala dos roteiristas de Jornada. Durante o MCM Expo em Londres, Moore foi entrevistado por HeyUGuys. Veja a seguir seus comentários.

Quanto controle você teve com o Deep Space Nine? É óbvio que escreveu muitos episódios, quanta influência você teve sobre a forma com que a série foi executada?

Moore: “Bem, você sabe, eu era parte de um grupo, havia uma equipe de roteiristas. Todos bolaram histórias juntos, era um grupo muito forte em Deep Space Nine. Ira Behr foi o escritor principal, e tenho certeza de que houve influência minha, mas seria difícil apontar qualquer um de nós e dizer “bem que você influenciou isso”, “e você fez aquilo”‘. Foi uma coisa muito colaborativa, nós nos sentamos em salas por horas a fio e argumentávamos e ríamos, apenas produzíamos as histórias dia após dia”.

“Foi difícil e olhando para trás agora foi muito mais intenso, uma coisa com prazo mais longo do que já tinha feito, porque estávamos fazendo 26 episódios de Jornada (por temporada), que no início da minha carreira fiquei pensando: “Bem, isso é apenas a TV”, e agora isso soa tão cansativo. Fazer treze é um número muito melhor: fazer dezoito ou vinte, você se sente como numa maratona. A idéia de fazer de oito ou seis a mais do que isso é simplesmente ruim”.

Moore fala sobre a briga com o estúdio com relação a aceitação do aspecto sombrio para a série.

“Minha luta com o estúdio nunca foi realmente filosófica. Eles eram mais específicos sobre as coisas, você sabe, as coisas de tonalidade: – ” Como é sombrio este episódio? “,” Quanto sangue você vai mostrar nesta cena?”, vocês sabem,”quão triste essa história particular vai ser?”. Então nós tínhamos grandes lutas: “Você não pode fazer isso, você tem que fazer aquilo”, então nós discutíamos e encontrávamos o melhor ponto de acomodação. Eu nunca tive argumentos macro com eles”.

Battlestar foi escrito da mesma maneira?

Moore: “É. Mudou um pouco, mas o fundamental ainda é o mesmo. É ainda um grupo de escritores em uma sala, colocando as cartas na mesa, e discutindo sobre qual cena deve ir primeiro, e qual é a melhor história. Pensávamos que estávamos contando essa história, mas estava se transformando naquela, ou esta não funciona, ou “Eu tenho uma idéia melhor”. O fundamental do trabalho em sala de escritores é a mesma coisa”.

Os paralelos entre a Battlestar Galactica e Deep Space Nine.

“Eu acho que muito de Battlestar nasceu em Deep Space Nine, já que Deep Space Nine iniciou mais episódico, devido à natureza da série, ela tornou-se mais uma estrutura permanente serializada. Eu realmente gostei, e descobri que realmente gostei desse estilo de contar histórias, e também, sobretudo, quando entramos no ano posterior do Deep Space, e começamos a contar a história do Dominion War (1997-1999), nós sentávamos, argumentávamos e discutíamos com os executivos que estavam no comando de Jornada sobre o que tornaria uma guerra mais realista, sobre o que tornaria mais corajosa, e feia, adicionando mais ambigüidade aos personagens, e um pouco de imperfeições, e fiquei batendo a cabeça contra as restrições à Jornada . A franquia não poderia acomodar as coisas que eu queria fazer, então eu passei a ter esse tipo de frustração em relação a - ”se estávamos realmente fazendo isso direito “, essas idéias ficaram cutucando minha cabeça. Quando Battlestar veio, eu pude fazer todas aquelas coisas que nunca me foi permitido fazer a Deep Space”.

Depois que reescreveu Galactica com David Eick, Moore trouxe uma série de outros escritores de Deep Space Nine. Ambos Bradley Thompson e David Weddle escreveram e atuaram como editores história para as duas séries. Além deles, Michael Taylor e Jane Espenson escreveram para ambas.

Fonte: Trek Movie e TrekWeb

20 May

Documentário Trek Nation

Eugene Roddenberry, filho do criador de Jornada, vem produzindo um documentário chamado Trek Nation (Nação Trek) há bastante tempo. Esse trabalho tem por objetivo ressaltar o impacto da franquia na cultura americana e mundial e na vida de seus fãs, cujas organizações fazem, em geral, trabalhos voluntários e de serviço social.
Trek Nation é um documentário sobre um filho em uma jornada pessoal para entender seu pai e seu legado como o criador de Jornada. O filme inclui entrevistas com fãs regulares da franquia, bem como personalidades famosas como George Lucas, Stan Lee, Dennis Rodman, e outros. Além disso, há também uma série de entrevistas com profissionais que trabalharam nas séries e filmes, como Ron Moore, Rick Berman, Michael Piller, e até mesmo J.J. Abrams.

Nos últimos anos Roddenberry e o diretor Scott Colthorp trabalharam duro para destilar todas as informações obtidas nas suas andanças pelo mundo, na edição de um filme que encorpore o que representa a franquia realmente. O trabalho já está feito. Roddenberry Productions está procurando a distribuição.
“Uma das idéias por trás do documentário é explorar o quanto Jornada foi, como muitas culturas foram tocadas, quantas fronteiras ela abriu caminho,” disse Roddenberry ao SyFy Portal quando começou seu trabalho em 2003. “Descobrir, dia após dia, em diferentes países, diferentes tipos de pessoas que tenho encontrado com essa idéia, e que é introduzida em muitos lugares, isso quer dizer alguma coisa”.
Em contraste com o documentário Trekkies, que teve um olhar cômico do fandom, Gene Roddenberry disse que Trek Nation será diferente. “Você gosta de Jornada? Isso é nerd, isso é estúpido”, disse Roddenberry, dando exemplos do que algumas pessoas pensam de Jornada. No entanto, ele não concorda. “Quando você olha para as pessoas que foram inspiradas por Jornada, olhar para onde estão agora, olhar para o que ela fez por eles … fez muito mais do que qualquer político, e mais do que alguns pais fizeram. Não é a melhor coisa do mundo, mas eu estou muito espantado em ver como um programa de TV tem inspirado tantas pessoas de uma maneira poderosa, que mudou sua vida para melhor”.

Refletindo sobre seu pai, Roddenberry não tem ilusões. “Eu acho que uma boa parte das coisas negativas sobre Gene eram verdadeiras”, disse ele. “Meu pai era um ser humano, ele foi o produtor de Jornada. Quando alguém apresentava um script, e ele não se encaixava visão de meu pai ou do orçamento, meu pai reescrevia. Eu sei que ele usou drogas, eu sei que ele teve romances, mas o fato de que ele foi falho me faz amá-lo mais. Meu pai provou que qualquer pessoa pode fazer isso, qualquer pessoa pode realizar o que ele fez”.
Para saber mais sobre Trek Nation, e assistir o trailer do filme, confira no site treknationmovie.

18 May

Aos 25 anos, o ônibus espacial Atlantis parte para sua missão final

O ônibus espacial Atlantis partiu, às 15h21 desta sexta-feira, 14, para sua última missão oficial. Ele será o primeiro ônibus espacial a ser aposentado dentro da programação, definida na administração Bush, de retirar toda a frota ainda em 2010. Nos próximos meses, Discovery e Endeavour realizarão também suas missões finais e encerrarão o programa de ônibus espaciais da Nasa, iniciado em 1981 com o primeiro voo do Columbia, a mesma nave que foi destruída na reentrada da atmosfera terrestre em 2003.

No entanto, ao retornar de sua viagem de 12 dias à Estação Espacial Internacional (ISS), o Atlantis não será imediatamente enviado a um museu. Ele ficará como reserva para um eventual resgate dos astronautas que farão a missão final do Endeavour, em novembro. A Nasa aguarda, nos próximos meses, autorização da Casa Branca para aproveitar o fato de que o Atlantis estará posicionado e em prontidão na base de lançamento para enviá-lo num voo final de adeus após o retorno do Endeavour.

Na expectativa desse possível voo derradeiro em novembro, na decolagem o controle de missão desejou boa viagem à “primeira última tripulação do Atlantis”. Após a decolagem, o comentarista da TV Nasa descreveu a partida como “um voo rumo a um histórico pôr-do-sol, em sua 32ª missão”. Dez minutos após o lançamento, a nave já estava em órbita, com todos os sistemas funcionando.

O Atlantis realizou, em 25 anos, 31 voos, passando 282 dias em órbita. Percorreu 186 milhões de quilômetros, completou 4.462 órbitas da Terra, e abrigou 185 astronautas. A missão desta semana acrescentará 12 dias, 186 órbitas, 7 milhões de quilômetros e quatro astronautas a esse total.

O Atlantis estreou em 1985 como o quarto ônibus espacial da Nasa. Entre os pontos altos de sua carreira estão o lançamento ao espaço a sonda Magalhães, que estudou Vênus; a Galileu, para Júpiter; e o Observatório de Raios Gama Compton. Voou sete vezes até a estação espacial soviética Mir e dez vezes para a ISS. Realizou a última manutenção do Telescópio Espacial Hubble, em maio do ano passado.

A tripulação do voo desta sexta é composta por seis astronautas, todos veteranos.O comandante é Ken Ham. Esta é a segunda missão de Ham num ônibus espacial - ele já havia voado no Discovery em 2008. A missão atual é levar novas baterias e um novo aposento à ISS. Mais de 4.000 espectadores - a maior multidão em anos - foram ao Centro Espacial Kennedy e às estradas ao redor para assistir ao lançamento.

O novo compartimento da ISS é um módulo de 6 metros de comprimento, de fabricação russa, mas repleto de suprimentos de origem americana - incluindo computadores e comida. Há tanto material no aposento que ele só começará a ser esvaziado depois que o Atlantis partir da estação. O módulo, chamado Rassvet (”aurora”, em russo) será usado como laboratório.

Os astronautas do ônibus espacial realizarão três caminhadas espaciais para trocar baterias da ISS, além de instalar uma antena e outras peças. Eles também farão a instalação do novo módulo.

Mesmo com a aposentadoria dos ônibus espaciais, a ISS, cuja construção se completa neste ano, deve continuar em uso pelo menos até 2020. Enquanto uma nova geração de naves espaciais americanas não chega - o presidente Barack Obama tomou a polêmica decisão de cancelar o programa de desenvolvimento da nave Órion pela Nasa e convocar a iniciativa privada a criar alternativas de acesso à órbita - o único meio de trânsito para a estação serão as cápsulas russas Soyuz.

O cancelamento do programa Constellation, que previa a criação da Órion e de uma nova geração de foguetes, a Ares, atraiu forte oposição na sociedade americana. Durante esta semana, o primeiro e o último homem a pisar na Lua - Neil Armstrong e Gene Cernan, respectivamente - depuseram no Senado americano condenando o plano.

Cernan referiu-se aos planos do presidente, que preveem uma Nasa dedicada à criação de novas tecnologias para levar astronautas a Marte dentro de 25 anos, como uma “missão para lugar nenhum”. Defensores da proposta de Obama dizem que o Constellation já estava atrasado demais para fornecer uma nova nave à Nasa em tempo hábil, e que o uso de naves privadas devolverá aos EUA o acesso independente ao espaço mais depressa do que a agência espacial seria capaz.

A decisão de aposentar os ônibus espaciais foi tomada em 2004, como parte da resposta do governo americano ao desastre do Columbia. Em 1986, outro ônibus espacial havia sido destruído com os astronautas a bordo: o Challenger, que explodiu 73 segundos após a decolagem.

Ao todo, a Nasa já teve cinco ônibus espaciais. O primeiro, Columbia, foi entregue à agência espacial em 1979 e voou pela primeira vez em 1981. O Challenger foi entregue em 1982, e estreou no mesmo ano. O terceiro ônibus espacial, Discovery, chegou à Nasa em 1983 e fez seu primeiro voo em 1984. O quatro é o Atlantis, entregue e usado pela primeira vez em 1985. Endeavour, o mais novo, chegou à Nasa em 1991 e fez seu voo de estreia em 1992.

Antes do primeiro voo do Columbia, a Nasa contou com um protótipo de ônibus espacial, o Enterprise, que recebeu o nome após uma campanha de fãs do seriado de TV Jornada nas Estrelas. Essa nave foi usada em uma série de testes, a partir de 1978, incluindo alguns voos dentro da atmosfera da Terra, mas nunca chegou ao espaço. Em 1985, o Enterprise foi entregue à Smithsonian Institution